quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
No consultório com a Psicóloga:- Peso Familiar
J.D. :- Até que ponto o peso familiar influencia a nossa tomada de decisão?
Psicóloga:- Na minha opinião, a opinião dos outros, principalmente a de um familiar é muito importante, com ser opiniões conscientes. Devemos sempre tê-las em consideração, mesmo que não concordemos com ela. Contudo, não devemos seguir exclusivamente a opinião dos outros.
J.D.:- Quando estamos na iminência de nos separarmos do nosso companheiro e temos filhos em comum, devemos solicitar a opinião da família?
Psicóloga:- Sim, a família costuma dar-nos bons conselhos, pois preocupa-se connosco e só quer o nosso bem, contudo, mais uma vez afirmo que, embora devamos ter essas opiniões em conta, temos de pensar se é a melhor opinião e tomar a decisão de acordo com o que é melhor para nós e para as pessoas envolvidas.
"... tomar a decisão de acordo com o que é melhor para nós e para as pessoas envolvidas."
Daniela Gonçalves
Joana Lopes
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
No consultório com a Psicóloga:- Carência Afectiva
J.D.:- O que é carência afectiva?
Psicóloga:- Todos nós precisamos de carinho enquanto seres humanos, faz parte de quem somos. Se tivermos más experiências relativamente aos afectos podemos ter consequências futuras, nomeadamente perturbações de personalidade e funcionamento social.
J.D.:- Quando as pessoas sentem carência afectiva, o que devem fazer?
Psicóloga:- O amor e a amizade são valores que contribuem para a afectividade e que devem ser alimentados no dia-a-dia. Qualquer acto de afecto deve ser frequente e nunca será demais. Devemos não só receber afecto, como também dá-lo.
J.D.:- Quando tentamos dar carinho a pessoas que nunca o tiveram e que têm baixa auto – estima, como elas / eles reagiriam?
Psicóloga: Depende, cada pessoa é um caso e nem todos reagimos da mesma forma perante as mesmas situações. Poderiam ser dados três tipos de resposta: ou aceitava e ficava feliz com as manifestações de afecto; ou não valorizava esta acção por não saber reagir a ela (por ser pouco habitual ) ou desvalorizava por nunca ter tido uma manifestação de carinho .
Joana Lopes
Daniela Gonçalves
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
No consultório com a Psicóloga:- Obsessão
A Obsessão leva a que existam muitos problemas numa relação, quando sofremos desse distúrbio acabamos por desgastar as relações e destruir sentimentos. Fomos falar com a Dr.ª Raquel Carrilho e colocámos algumas questões acerca deste tema.
J.D. - O que é a obsessão? Como devemos perceber que somos obsessivos ou que estamos a ser vitimas de obsessão?
Psicóloga:- A obsessão é um comportamento que se repete ao longo do tempo e onde existem atitudes repetitivas, incontroladas e persistentes.Obsessão é, portanto comportamentos excessivos e torna-se uma perturbação quando não é trabalhada a tempo.
J.D.- Considera que a obsessão pode afectar as nossas relações?.
Psicóloga:- A obsessão pode afectar todas as áreas da nossa vida. Inicialmente, prende-se com uma área e a tendência alastra-se a outras áreas da nossa vida, porque é reflexo da personalidade de cada um.
J.D. - Que conselhos daria para combatermos a Obsessão?
Psicóloga:- Nunca nos devemos dedicar exclusivamente a uma área da nossa vida ou a uma pessoa pois podemos correr o risco de ficarmos obcecados. A esfera que é a nossa vida, é composta por diversas valências, não devendo nós descurarmos nenhuma delas.
...É importante respeitarmos o espaço individual de cada um de nós e mantermos uma atitude equilibrada em todos os campos da nossa vida!...
Joana Lopes
Daniela Gonçalves
L-I-B-E-R-D-A-D-E
Liberdade foi o tema da nossa imaginação.
Liberdade não tem custo, tal como o amor e a amizade.
Os jovens dos 15 aos 18 só querem é ter bastante liberdade, mas quando encontram a sua cara-metade, tudo muda. E riscam essa mesma palavra. Os adolescentes não deixam o seu par ter amigos (as), só as (os) deixa sair com os pais ou mesmo com eles próprios.
Um namoro verdadeiro não tem estas crises de liberdade.
Para isto existir no namoro, temos que confiar no nosso parceiro e também conquistar a confiança dele, caso o contrário não é um namoro, é mais um pesadelo.
Sai com as tuas amigas ou com os teus amigos, diverte-te pois a vida são dois dias. Se não te deixam ter liberdade, lembra-te é porque não confiam em ti, se deixares acumular não serás Feliz.
Ama, mas exige ser amado! Violência não é amor!
Pedro Silva
Marta Rodrigues
Bárbara Alves
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